Angola já produz dados agrícolas — drones, satélite, plataformas. O que ainda não existe é quem os certifique de forma independente. É isso que fazemos, com um programa alinhado com a ISO/IEC 17029, a caminho da acreditação.
Decisões de crédito tomadas à distância, sobre papel e declarações.
Fotos reenviadas, PDFs alterados, áreas exageradas. Sem prova, tudo vale o mesmo.
Quem é sério entrega os mesmos papéis de quem inventa. O risco entra no preço de todos.
O resultado: crédito caro, lento ou negado — num dos sectores com mais futuro em Angola.
O serviço entra com as provas. Cada ficheiro recebe uma impressão digital à chegada, e ninguém o altera. Nem nós.
O satélite confirma o declarado, com margens públicas. Uma equipa independente propõe, revê e decide.
O banco recebe o relatório com selo, código e QR, e confirma-o em segundos, numa página pública, sem conta.
Preço fixo por caso, acordado antes de começar. Paga quem pede o relatório.
Assinatura mensal. Uma amostra dos trabalhos é sorteada e verificada todos os meses.
O banco encomenda a verificação de uma amostra da carteira. É por aqui que começa o piloto.
O preço nunca depende do resultado. E não há comissões sobre crédito, seguro ou venda — é isso que nos deixa ser independentes.
Só usamos estes dados para marcar a demonstração. Nada de listas, nada de spam.
Junta o que foi feito no campo às provas que o mostram. Prestadores e fazendas registam os serviços e as provas, a OmniCycle verifica, e os financiadores vêem o resultado.